Planta Robô 1.0 (2011/2018)
Em 2018 a obra fez parte da coletiva Entre o vão e a plataforma com curadoria de Osvaldo Carvalho no Galeria de Arte Solar no Solar Meninos de Luz no Rio de Janeiro.

Nessa obra-processo a relação entre um robô e uma planta promove uma experiência em biofeedback, criando um organismo híbrido. A interdependência se dá por um sistema informatizado que supre necessidades vitais da planta com mensuração de temperatura e fornecimento de água, por outro lado o robô se utiliza dos estímulos ambientais e apresenta comportamentos distintos a cada aferição.

Essa obra teve sua primeira versão apresentada em 2011 na exposição Pretexto Arte Contemporânea com curadoria de Josué Mattos na Galeria de Arte Octávia Gaidzinski em Criciúma, Santa Catarina, 2011.

 

Na minha pesquisa em como dar autonomia a maquina, sempre tive muito interesse em sistemas híbridos, sistemas que integrem de alguma forma orgânico e inorgânico, natureza e maquina. Diante das possibilidade que encontramos na internet de hortas autônomas pensei em criar um meio visual e sonoro de visualizar os dados do ambiente ao redor de uma planta e utilizar esses estímulos como comportamento para um robô. A ideia é que cada estimulo gere uma ação/reação no robô, logo se o solo esta seco o robô se encarrega de regar a planta, assim como se temperatura estiver muito baixa o robô começa a tremer. A cada leitura o robô muda de cor, da uma leve tremida e um bip. Essa comunicação funciona através de um Arduíno, que faz a comunicação entre a planta e o robô. Os estímulos como temperatura, umidade do ar, umidade do solo é feita através de sensores. A primeira versão da planta robô foi feita em 2011 e no ano de 2018 tive a possibilidade de expor ela novamente porem reformulada, com uma programação mais afinada e com componente atualizados.

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